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Maria Angelita – Brasília Photo Expo 2018

Maria Angelita

Maria Angelita

Maria Angelita

Palestrante: Maria Angelita Djapoterama da Silva

Tema: Fotografia inclusiva.

Paranaense de Maringá, possui graduação em Licenciatura Plena em Pedagogia pela Universidade Estadual de Maringá (2000). Pós-Graduação em Psicologia Aplicada à Educação pela Universidade Estadual do Piauí (2002). Mestrado em Educação pela Universidade Estadual de Maringá (2013). Doutoranda em Educação pela Universidade Estadual de Maringá (2015). Tem experiência na área de Educação e Educação Social, atuando principalmente nos seguintes temas:  Cultura da Infância; Cultura da Infância Indígena; Cultura Inclusiva, Trabalho de Memória, Identidade e Direitos Humanos. Em 2017 lançou o livro CRIANÇA XETÁ: da memória da Infância a Resistência de um Povo (326p.). Participou também, em 2017, de uma publicação do ISA – Instituto Sócio Ambiental: POVOS INDÍGENAS NO BRASIL 2011-2016 lançado no dia 19 de abril de 2017 em Brasília, com o título: XETÁ: a Renitente Batalha. Em 2018, dia 19 de abril, participou da Sessão Especial no Senado Federal de Homenagem as Populações Indígenas, com o vice cacique Claudemir da Silva Xetá, e Sessão de Autógrafos do Livro Criança Xetá: da Memória da Infância à resistência de um Povo, com um exemplar cadastrado nos registros da Biblioteca do Senado Federal.

Sua relação com a cultura inclusiva remonta a 2010, quando, confrontada, em seu trabalho de professora, com a falta de conhecimento em relação aos povos indígenas, busca a academia e inicia uma relação com o Povo Xetá, última etnia pré-colombiana a sofrer os impactos da colonização no Estado do Paraná. As batalhas pelo conhecimento e pelos direitos dos povos indígenas fortaleceram seus laços com os movimentos sociais, o que a levou ao movimento de mulheres, à promoção de novos artistas e às pessoas com deficiência, por meio da fotografia inclusiva. O divisor de águas foi a Primeira Oficina de Fotografia 7Inclusiva de Maringá, ocorrida em 2017, e que teve como mentor e instrutor o fotógrafo João Rios, que já havia desenvolvido, no mesmo ano, a Primeira Oficina de Fotografia Inclusiva do Senado Federal.

Djapoterama pensa a Fotografia Inclusiva a partir do conceito de narrativas visuais, como formas particulares de descrição da realidade capazes de constituir-se em importantes códigos de identidade e sentimento de pertença. Os olhares de indígenas e deficientes não são apenas olhares que buscam um espaço que até então lhes tem sido negado, mas são novas perspectivas, capazes de dar importante contribuição à riqueza da diversidade que constrói o mundo humano de hoje.